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quarta-feira, 25 de junho de 2008

PERDIDO DENTRO DA IGREJA



O texto de Lucas 15.25-32, fala sobre o irmão do filho pródigo. Ele aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões:


1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) – Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.

2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30) – O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora.

3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) – Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. Muitos também, estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa.

4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31) – Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração.

O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro, ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido.
Rev. Hernandes Dias Lopes.


Fonte:
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=9

REVESTIMENTO DE PODER

O Senhor Jesus antes de retornar ao céu, prometeu enviar o Espírito Santo para estar para sempre com a igreja e antes de enviar a igreja ao mundo, prometeu a ela o revestimento de poder. Quero destacar quatro pontos importantes sobre esse magno assunto.

1. O revestimento de poder do Espírito deve ser um desejo contínuo da igreja (Lc 24.49). Jesus disse para os seus discípulos: “Permanecei na cidade até que do alto sejais revestidos de poder”. A igreja deveria aguardar o derramamento do Espírito antes de espalhar-se pelo mundo levando a mensagem da salvação. A capacitação precede a ação. Sair para fazer a obra na força do braço humano é laborar em erro e obter magros resultados. Fazer a obra de Deus confiados em nossos próprios recursos desembocará em grande fiasco. Os discípulos aguardaram no Cenáculo, em perseverante oração, durante dez dias, ao cabo dos quais foram cheios do Espírito Santo. Então, a pregação tornou-se poderosa e eficaz, os corações foram compungidos e cerca de três mil pessoas foram agregadas à igreja.

2. O revestimento de poder do Espírito deve ser a busca mais intensa da igreja (Lc 24.49). A igreja não é aconselhada a esperar aplausos do mundo nem reconhecimento dos homens. A igreja não é exortada a buscar riqueza nem prosperidade financeira. A igreja não é aconselhada a fazer campanhas de curas nem correr atrás de milagres. A igreja não é chamada a buscar os holofotes da fama nem se embriagar com o glamour do sucesso, mas é exortada a permanecer em fervente oração pela busca do revestimento do Espírito Santo. O poder do Espírito não pode ser produzido pelo esforço humano. O fogo do Espírito não pode ser fabricado pela imaginação humana. A obra do Espírito não pode ser substituída pela engenhosidade humana. Os métodos pragmáticos e até mágicos usados pelo homem podem atrair as multidões, mas não converter seus corações. Pode causar rebuliço e impacto nos expectadores, mas não festa no céu. Pode encher templos na terra, mas não povoar a Cidade Santa. Precisamos do poder que vem do alto e não do poder fabricado na terra.

3. O revestimento de poder do Espírito Santo deve ser buscado com perseverança (Lc 24.49). Jesus foi enfático, quando disse que os discípulos deveriam permanecer na cidade até que fossem revestidos de poder. Jesus não determinou o dia nem a hora em que o derramamento do Espírito viria sobre eles. Eles deveriam perseverar em oração até que os céus se fendessem. Eles oraram com vibrante expectativa. Eles oraram com robusta confiança. Eles oraram com sólida convicção. Eles oraram com imperturbável perseverança. Eles não desistiram no meio do caminho. Eles não retrocedem depois de uma semana de busca. Eles entenderam que enquanto a promessa não fosse cumprida, a espera pelo poder não poderia cessar. Precisamos encher nosso peito de esperança. Precisamos alimentar nossa alma com o doce néctar das promessas divinas. Sua Palavra é a verdade. Suas promessas sãofiéis e verdadeiras e ele vela pela sua Palavra em a cumprir.

4. O revestimento de poder do Espírito capacita a igreja a fazer a obra de Deus (At 1.8). Jesus disse: “Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia, Samaria e até aos confins da terra”. A igreja precisa de poder para tirar os olhos da especulação teológica para o campo da ação missionária. Os discípulos estavam preocupados com datas escatológicas, mas Jesus corrige o foco deles, abrindo-lhes a agenda missionária. A igreja precisa de poder para perdoar. Para alcançar os odiados samaritanos era preciso derrubar primeiro a barreira do preconceito e do ódio racial. O poder do Espírito derruba as barreiras no coração do obreiro e o evangelho derruba as paredes da inimizade entre as nações. A igreja precisa de poder para testemunharo evangelho até aos confins da terra. Precisamos sair do nosso conforto, da nossa zona de segurança e levar a Palavra de Deus à nossa família, à nossa cidade, aos recantos da nossa Pátria e até às mais remotas regiões do mundo. Você já é um crenterevestido com o poder do Espírito Santo? Está pronto a testemunhar o evangelho com outras pessoas?


Rev. Hernandes Dias Lopes

Fonte:
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=567

AS EVIDÊNCIAS DA PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

Não existe sequer uma pessoa salva sem a obra do Espírito Santo. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele (Rm 8.9). Se alguém não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus (Jo 3.5). Todo salvo é regenerado pelo Espírito, habitado pelo Espírito, selado pelo Espírito e batizado pelo Espírito no corpo de Cristo. Porém, nem todos os que têm o Espírito Santo estão cheios do Espírito. Uma coisa é ser habitado pelo Espírito, outra é ser cheio do Espírito. Uma coisa é ter o Espírito residente, outra é ter o Espírito presidente. Quais são as evidências de uma pessoa cheia do Espírito Santo?

1. Uma pessoa cheia do Espírito tem uma vida controlada pelo Espírito (Ef 5.18) –

2. Uma pessoa cheia do Espírito tem deleite na adoração a Deus (Ef 5.19,20) – Uma pessoa cheia do Espírito louva de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a Deus, o Pai, em nome do Senhor Jesus. Adoração e gratidão são evidências da plenitude do Espírito. Por conseguinte, uma pessoa que não se deleita na adoração e se entrega à murmuração não dá provas de que está cheia do Espírito. Adoramos a Deus por quem ele é, e agradecemos a Deus pelo que ele faz. Quando estamos cheios do Espírito, nosso coração se volta para Deus em alegre e santa devoção. Quando estamos transbordando do Espírito reconhecemos a bondade de Deus em todas as circunstâncias e o agradecemos pelos seus gloriosos feitos.

3. Uma pessoa cheia do Espírito tem relacionamentos transformados (Ef 5.19) – O apóstolo escreve: “falando entre vós com salmos”. A expressão “entre vós” fala de relacionamento e comunicação. Uma pessoa cheia do Espírito tem relacionamentos transformados. Sua comunicação é regada pelo amor. Suas palavras são medicina para a alma. Uma pessoa cheia do Espírito não fere a outra com a língua, mas enaltece e abençoa as pessoas com a palavra. Nossas palavras refletem nosso coração. Nossas palavras atestam o quanto o Espírito Santo controla a nossa vida. Um crente cheio do Espírito é um encorajador e não um provocador de contendas. Sua palavra constrói pontes em vez de cavar abismos.

4. Uma pessoa cheia do Espírito tem disposição para servir (Ef 5.21) – O apóstolo Paulo ainda diz: “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”. No reino de Deus maior é o que serve. Um crente cheio do Espírito jamais é uma pessoa arrogante e soberba. Um crente cheio o Espírito jamais alimenta mania de grandeza. Ele se dispõe a servir em vez de ser servido. Ele cinge-se com a toalha e se dispõe a lavar os pés dos irmãos. Ele não tem em vista o que é propriamente seu, mas também o que é dos outros. Um crente cheio do Espírito é uma pessoa humilde, generosa, prestativa e que faz da vida uma plataforma de serviço e não uma feira de vaidades. Você é um crente cheio do Espírito? Lembre-se: er cheio do Espírito não é uma opção, mas uma ordem divina.


O apóstolo Paulo ordena: “E não vos embriagueis com vinho no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”. Aqui, Paulo dá uma ordem negativa: “não vos embriagueis com vinho” e uma ordem positiva: “enchei-vos do Espírito”. Paulo faz uma comparação superficial e um contraste profundo. A comparação é que assim como uma pessoa embriagada está sob o poder do vinho, assim também uma pessoa cheia do Espírito está sob o poder e influência do Espírito. O contraste é que o vinho conduz à dissolução, mas a plenitude do Espírito ao domínio próprio. Quem está cheio de vinho não pode estar cheio do Espírito. Quem é dominado pelo vinho não pode ser dominado pelo Espírito. A embriaguez é obra da carne e conduz à escravidão e à morte, mas a plenitude do Espírito traz liberdade e vida.
Rev. Hernandes Dias Lopes


Fonte:
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=577

OS ATRIBUTOS DE UM HOMEM DE DEUS

A viúva de Sarepta disse acerca de Elias: “Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a palavra de Deus na tua boca é verdade” (1Rs 17.24). Elias foi identificado como um homem de Deus. Hoje, quando nos reunimos em assembléia para eleger presbíteros e diáconos, é oportuno examinarmos alguns aspectos da sua vida para identificarmos os atributos de um homem de Deus.

1. Um homem de Deus é alguém que vive na presença de Deus - Um homem de Deus tem intimidade com Deus e anda na presença de Deus. Elias era um homem de oração (Tg 5.17). Pela oração ele contemplou grandes intervenções de Deus na sua vida e na vida do povo de Israel. A vida do líder é a vida da sua liderança. Uma das maiores necessidades da igreja é de ter homens de Deus em sua liderança, homens que conheçam a intimidade de Deus e vivam na sua presença.

2. Um homem de Deus é alguém que tem prontidão para fazer a vontade de Deus - Elias foi um homem que andou no centro da vontade de Deus. Ele procedia de uma cidade desconhecida e de uma família pobre e sem projeção. Porém, Deus o enviou ao palácio para confrontar o ímpio rei Acabe. Depois, Deus o tirou do palácio e o enviou ao deserto. No deserto, Deus trabalhou nele antes de trabalhar através dele. No deserto Elias aprendeu a depender do provedor mais do que da provisão. O deserto não foi um acidente na vida de Elias, mas uma agenda divina. O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus treina os seus melhores líderes. Quando o estágio do deserto terminou, Deus matriculou Elias num estágio mais avançado e o jogou na fornalha. Deus enviou Elias a Sarepta, que significa “fornalha”. Ali Elias viu dois milagres estupendos: a multiplicação da provisão na casa de uma viúva e a morte do filho único dessa viúva. Mesmo sendo acusado injustamente pela viúva enlutada, Elias não se defendeu. Ao contrário, orou pelo menino morto e Deus o levantou da morte. É nesse contexto que a mulher lhe diz: “Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a Palavra de Deus na tua boca é verdade” (1Rs 17.24).

3. Um homem de Deus é alguém que tem coragem de confrontar o pecado – Elias não foi um profeta da conveniência, mas um arauto da verdade. Sua bandeira não era agradar as pessoas, mas chamá-las ao arrependimento. Elias confrontou o ímpio rei Acabe chamando-o de perturbador de Israel. Confrontou o povo indeciso, ordenando-o a sair de cima do muro e confrontou os heréticos profetas de Baal, demonstrando que sua crença num ídolo morto era absolutamente vã. Precisamos de homens que sejam boca de Deus, que falem a verdade em amor no lar, na igreja e nas ruas. Elias fez uma carreira solo, mas sua vida e sua voz abalaram as estruturas da nação. Seu ministério fez profunda diferença na história de Israel. Que Deus nos dê líderes do estofo de Elias.

4. Um homem de Deus é alguém que prega a Palavra com a voz e com a vida – A viúva de Sarepta disse que a Palavra de Deus na boca de Elias era verdade. Nem todas as pessoas que proferem a Palavra de Deus são boca de Deus. Uma coisa é proferir a Palavra de Deus, outra coisa é ser boca de Deus. Uma coisa é pregar aos ouvidos, outra coisa é pregar também aos olhos. Algumas pessoas pregam a Palavra e os corações permanecem insensíveis. Outras pessoas pregam a mesma verdade e os corações se derretem. Por que essa diferença? É que algumas pessoas são boca de Deus e outras não são (Jr 15.19). Geazi colocou o bordão profético no rosto do menino morto e o menino não se levantou. O problema não era o bordão, mas quem carregava o bordão. O bordão na mão de Geazi não funcionava porque a vida de Geazi não era reta diante de Deus como a vida de Eliseu. O poder não está no homem, está em Deus, mas Deus usa vasos de honra e não vasos sujos. Hoje, os homens escutam de nós belas palavras, mas não vêem em nós vida. Precisamos pregar aos ouvidos e também aos olhos. Precisamos falar e demonstrar. Precisamos pregar e viver. Precisamos de homens que sejam semelhantes a Elias, homens de Deus, em cuja boca a palavra seja verdade.


Rev. Hernandes Dias Lopes








Fonte:
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=588

POR QUE O CÉU É MELHOR?



O céu é um lugar e um estado. Um lugar de glória e um estado de felicidade eterna. O céu é onde está o trono do Deus Altíssimo e o lugar da habitação dos remidos transformados. O céu é a nossa Pátria permanente, o nosso lar eterno, a nossa fonte inesgotável de excelso prazer. O céu é a casa do Pai, o paraíso de Deus, o lugar preparado para um povo preparado. As glórias do céu transcendem as mais esplêndidas glórias da terra. As riquezas do céu são infinitamente mais valiosas do que os tesouros da terra. Os prazeres do céu são incomparavelmente melhores do que todas as delícias da terra. O céu é melhor.


1. O céu é melhor porque lá não haverá dor (Ap 21.4) – A dor tem castigado os filhos dos homens. Viver neste mundo é pisar num lagar de profundo sofrimento. Nascemos chorando, cruzamos os vales da vida com o rosto molhado de lágrimas e muitas vezes, partimos desta vida com os olhos marejados de lágrimas. Mas, no céu, Deus enxugará dos nossos olhos toda lágrima. Lá o choro cessará. Lá a dor não fará parte da nossa vida. O céu será um lugar de alívio perene, de gozo inefável, de glória eterna. A nossa leve e momentânea tribulação produzirá para nós eterno peso de glória acima de toda a comparação. Os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com as glórias por vir a serem reveladas em nós. No céu não vai existir lembranças amargas nem memórias tristes. No céu não vai existir disputas nem seremos picados pelo veneno do ciúme. No céu não haverá despedidas nem seremos apartados daqueles a quem amamos.

2. O céu é melhor porque estaremos livres da presença do pecado (Ap 21.27) – No céu não entrará nada contaminado. Nosso espírito será aperfeiçoado antes de entrar na glória e na ressurreição, receberemos um corpo de glória, semelhante ao corpo do Senhor Jesus. Fomos libertados da condenação do pecado na justificação. Estamos sendo libertos do poder do pecado na santificação, mas seremos completamente libertos da presença do pecado na glorificação. O pecado que tem sido o opróbrio das nações e lançado tantas vidas na escravidão mais repugnante, será totalmente banido da nossa vida. No céu o pecado não entrará, por isso, teremos uma comunhão perfeita, completa e eterna com aquele que nos amou e nos deu vida.

3. O céu é melhor porque lá veremos a Jesus face a face (Ap 22.5) – Jesus é o
conteúdo mais excelente de todas as delícias do céu. Tudo vai convergir em Jesus. Ele é o centro do Universo. A história caminha para um fim glorioso, da vitória absoluta, final e eterna do Filho de Deus. Estaremos com ele para sempre. Ver a Jesus face a face, render-nos aos seus pés em gratidão e glorificá-lo por sua graça, e isso, pelos séculos dos séculos, eis a mais santa e pura de todas as bem-aventuranças celestiais. No céu seremos uma só família. Todos aqueles que foram lavados no sangue do Cordeiro viverão para sempre juntos em plena harmonia uns com os outros e com o próprio Deus. Vamos nos conhecer uns aos outros e amar-nos com o perfeito amor do Pai. No céu vamos trabalhar, pois serviremos a Deus. Agora, porém, sem fadiga e sem cansaço. Porque o céu é melhor, devemos pensar nas coisas lá do alto, ajuntar tesouros lá no alto e viver como peregrinos aqui e como cidadãos dessa Pátria superior.


Rev. Hernandes Dias Lopes


Fonte:
http://www.hernandesdiaslopes.com.br/?area=show&registro=592

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